25 abril 2009

Lygia Fagundes Telles - a grande dama da literatura brasileira











Agora com obra reeditada pela Cia das Letras, em novas edições revistas pela autora

Antes do Baile Verde
Os dezoito contos reunidos em Antes do Baile Verde examinam com olhar ao mesmo tempo crítico e solidário os mais variados destinos humanos. Em prosa fluente e sedutora, descortinam-se conflitos amorosos, descobertas surpreendentes e a eterna tensão entre o desejo e a consciência moral.
R$ 34,00

As Meninas
São Paulo, 1973, auge da ditadura militar. Num pensionato para moças, as universitárias Lorena, Lia e Ana Clara iniciam a vida adulta num mundo conturbado por rápidas transformações. Lygia Fagundes Telles entrelaça de modo sutil e complexo as trajetórias dessas meninas às voltas com o sexo, as drogas e a repressão política.
R$ 39,00

Invenção e Memória
Invenção e memória se alimentam mutuamente nestes fascinantes contos de maturidade, em que a autora parte das suas lembranças de menina para dar asas à fantasia e contar desde episódios biográficos até histórias de fantasmas e seres sobrenaturais.
R$ 32,50

Reserve o seu exemplar pelo fone 3569-7882 ou pelo email ratodelivraria@uol.com.br

09 abril 2009

Fique por dentro de uma revista muito legal - Arte e Letra




Arte e Letra - Estórias já está no quarto número e é uma desbravadora no segmento de contos. Nascida em Curitiba, a Revista Arte e Letra vem conquistando terras paulistanas com textos bastante ecléticos - de Cristóvão Tezza e José Saramago a Stephen King.

Com design “descolado” e muito bem ilustrada, a revista aceita colaborações de autores, ilustradores e tradutores estreantes, e o que é mais importante: apresenta escritores inéditos em língua portuguesa que fazem sucesso no exterior.

Confira a lista dos principais escritores presentes nestes primeiros números da revista: Mallarmé, Bioy Casares, Coetzee, Luigi Pirandello, Miguel Sanches Neto, Paul Auster, Mario Benedetti, Jonathan Coe, Arthur Schnitzler.

E o preço de capa é bastante razoável: R$ 16,50.

Encomende seu exemplar na Rato de Livraria
ratodelivraria@uol.com.br ou pelo fone 11 3569-7882
.

30 março 2009

Leia o primeiro capítulo do novo livro de Chico Buarque - Leite Derramado


Preço de capa: R$ 36,00.

Encomendas pelo email ratodelivraria@uol.com.br ou pelo fone 11 3569-7882

Leia aqui o primeiro capítulo

1



Quando eu sair daqui, vamos nos casar na fazenda da minha feliz infância, lá na raiz da serra. Você vai usar o vestido e o véu da minha mãe, e não falo assim por estar sentimental, não é por causa da morfina. Você vai dispor dos rendados, dos cristais, da baixela, das joias e do nome da minha família. Vai dar ordens aos criados, vai montar no cavalo da minha antiga mulher. E se na fazenda ainda não houver luz elétrica, providenciarei um gerador para você ver televisão. Vai ter também ar condicionado em todos os aposentos da sede, porque na baixada hoje em dia faz muito calor. Não sei se foi sempre assim, se meus antepassados suavam debaixo de tanta roupa. Minha mulher, sim, suava bastante, mas ela já era de uma nova geração e não tinha a austeridade da minha mãe. Minha mulher gostava de sol, voltava sempre afogueada das tardes no areal de Copacabana. Mas nosso chalé em Copacabana já veio abaixo, e de qualquer forma eu não moraria com você na casa de outro casamento, moraremos na fazenda da raiz da serra. Vamos nos casar na capela que foi consagrada pelo cardeal arcebispo do Rio de Janeiro em mil oitocentos e lá vai fumaça. Na fazenda você tratará de mim e de mais ninguém, de maneira que ficarei completamente bom. E plantaremos árvores, e escreveremos livros, e se Deus quiser ainda criaremos filhos nas terras de meu avô. Mas se você não gostar da raiz da serra por causa das pererecas e dos insetos, ou da lonjura ou de outra coisa, poderíamos morar em Botafogo, no casarão construído por meu pai. Ali há quartos enormes, banheiros de mármore com bidês, vários salões com espelhos venezianos, estátuas, pé­direito monumental e telhas de ardósia importadas da França. Há palmeiras, abacateiros e amendoeiras no jardim, que virou estacionamento depois que a embaixada da Dinamarca mudou para Brasília. Os dinamarqueses me compraram o casarão a preço de banana, por causa das trapalhadas do meu genro. Mas se amanhã eu vender a fazenda, que tem duzentos alqueires de lavoura e pastos, cortados por um ribeirão de água potável, talvez possa reaver o casarão de Botafogo e restaurar os móveis de mogno, mandar afinar o piano Pleyel da minha mãe. Terei bricolagens para me ocupar anos a fio, e caso você deseje prosseguir na profissão, irá para o trabalho a pé, visto que o bairro é farto em hospitais e consultórios. Aliás, bem em cima do nosso próprio terreno levantaram um centro médico de dezoito andares, e com isso acabo de me lembrar que o casarão não existe mais. E mesmo a fazenda na raiz da serra, acho que desapropriaram em 1947 para passar a rodovia. Estou pensando alto para que você me escute. E falo devagar, como quem escreve, para que você me transcreva sem precisar ser taquígrafa, você está aí? Acabou a novela, o jornal, o filme, não sei por que deixam a televisão ligada, fora do ar. Deve ser para que esse chuvisco me encubra a voz, e eu não moleste os outros pacientes com meu palavrório. Mas aqui só há homens adultos, quase todos meio surdos, se houvesse senhoras de idade no recinto eu seria mais discreto. Por exemplo, jamais falaria das putinhas que se acocoravam aos faniquitos, quando meu pai arremessava moedas de cinco francos na sua suíte do Ritz. Meu pai ali muito compenetrado, e as cocotes nuinhas em postura de sapo, empenhadas em pinçar as moedas no tapete, sem se valer dos dedos. A campeã ele mandava descer comigo ao meu quarto, e de volta ao Brasil confirmava à minha mãe que eu vinha me aperfeiçoando no idioma. Lá em casa como em todas as boas casas, na presença de empregados os assuntos de família se tratavam em francês, se bem que, para mamãe, até me pedir o saleiro era assunto de família. E além do mais ela falava por metáforas, porque naquele tempo qualquer enfermeirinha tinha rudimentos de francês. Mas hoje a moça não está para conversas, voltou amuada, vai me aplicar a injeção. O sonífero não tem mais efeito imediato, e já sei que o caminho do sono é como um corredor cheio de pensa­mentos. Ouço ruídos de gente, de vísceras, um sujeito entubado emite sons rascantes, talvez queira me dizer alguma coisa. O médico plantonista vai entrar apressado, tomar meu pulso, talvez me diga alguma coisa.
Um padre chegará para a visita aos enfermos, falará baixinho palavras em latim, mas não deve ser comigo. Sirene na rua, telefone, passos, há sempre uma expectativa que me impede de cair no sono. É a mão que me sustém pelos raros cabelos. Até eu topar na porta de um pensamento oco, que me tragará para as profundezas, onde costumo sonhar em preto­e­branco.

06 março 2009

Pela primeira vez numa livraria: Festival Rato de Teatro


28 de março, sábado, 5 da tarde.

Esquetes de autores consagrados, como Shakespeare, Molière e Aristófanes, e novos autores que vão mostrar seu talento ao público paulistano.


Evento gratuito!

Confira abaixo os textos que serão apresentados e os grupos que vão participar do Festival.

ItinerARTE no Festival Rato de Teatro

O escritor estreante Leco Peres, que desde 2007 investe na dramaturgia, apresentará alguns dos seus esquetes cômicos, integrantes do Projeto ItinerARTE. O projeto conta com esquetes rápidos e de fácil produção, quase itinerantes - aderem a um formato similar ao ‘poema-pílula’. A temática gira em torno de críticas sociais e especulações existenciais, tudo regado a humor e situações inusitadas.

Integrantes: Alfredo Rollo, ator, diretor e dublador profissional desde 1990, e dirigente do grupo teatral Virtude; Patrícia Nacarato, advogada, cantora e atriz, integrante também do grupo teatral Virtude há 5 anos, e Sidnei Santos, ator profissional há 4 anos.

Esquetes a serem apresentados no Festival Rato de Teatro:
"Moça do Tempo" e "Poemofobia", de Leco Peres,
“Comédia dos erros”, de Shakespeare.

28 de Março, sábado, 5 da tarde.

www.lecoperes.com.br
http://lecospirose.blogspot.com

Centro de Dramaturgia Contemporânea no Festival Rato de Teatro


É um grupo de dramaturgos que estuda e cria dramaturgia há três anos. Ao longo desse tempo realizou duas montagens - “Cenas Contemporâneas I e II” -, além de diversas leituras dramáticas.

Integrantes: Anderson Rodrigues, Betina Leme, Dênio Maués, Dílson Rufino, Dóris Fleury, Drika Nery, Luis Eduardo, Luis Indriunas, Neuza Pommer e Silvia Faro.

Coordenação geral: Paula Chagas Autran

Esquetes a serem apresentados no Festival Rato de Teatro:

“Sobre a vida, a morte e alguns trocados”
texto e direção: Luis Eduardo
com Dílson Rufino e Silvia Faro

“A greve do sexo” de Aristófanes
adaptação e direção: Drika Nery
com Silvia Faro e Neuza Pommer

28 de Março, sábado, 5 da tarde.

www.centrodedramaturgiacontemporanea.blogspot.com

Grupo Parampará de Contação de Histórias no Festival Rato de Teatro




Parampará em sânscrito: tradição oral que passa de coração para coração.

“O grupo nasceu de uma parceria iniciada no ano de 2005, quando a vontade de pesquisar nossas memórias apareceu.

Lembranças da infância, cantigas de roda, episódios engraçados de nossa meninice: colocamos tudo na roda e fizemos girar! A partir daí começamos a escrever nossas próprias estórias, levando em conta vivências que moravam em nós há muito tempo e que queriam ser novamente habitadas.

Assim como são nossas as estórias (e muitas das canções que executamos nas contações), fizemos nós mesmas os figurinos e os objetos que usamos”.

Integrantes: Carla Kinzo, Daniela Caielli, Denise Cruz e Marcela Puppio, contadoras de histórias, fiandeiras da memória.

Esquetes a serem apresentados no Festival Rato de Teatro:
“O doente imaginário”, de Molière.
"Meu nome é Ligia Helena", de Ligia Helena de Almeida
"Poemas", de Marcela Puppio.

28 de Março, sábado, 5 da tarde.

http://www.grupoparampara.blogspot.com/

03 março 2009

Bicentenário de Charles Darwin









Em um clássico relançado pela Companhia das Letras, na versão de bolso, para celebrar o bicentenário de seu nascimento, Charles Darwin mostra que os animais, assim como nós, também sentem e manifestam emoções, e defende que algumas de nossas expressões são resquícios herdados de antepassados primitivos, comuns ao homem e a outros animais. Com introdução do prêmio Nobel Konrad Lorenz.

"O livro mais acessível e humano de Darwin, repleto de belíssimas descrições, teorias provocativas e ilustrações notáveis." - Oliver Sacks, autor de Tempo de despertar e Um antropólogo em Marte.

Este livro acaba de ser lançado pela Cia das Letras e seu preço de capa é de R$ 24,00

Encomendas pelo fone 11 3569-7882 ou pelo email ratodelivraria@uol.com.br

Veja resenha completa:
Em 1859, ao publicar A origem das espécies, Charles Darwin trazia ao mundo sua arrojada teoria da evolução pela seleção natural. Preocupado com a aceitação que teriam suas teses anticriacionistas, publicou nos anos seguintes livros fundamentais para sustentar a teoria que lançara, entre eles, A expressão das emoções no homem e nos animais.
Nesta obra, lançada originalmente em 1872, Darwin demonstra que os animais também sentem raiva, medo, ciúme, manifestados por meio das expressões - que ele examina e explica do ponto de vista de sua funcionalidade no processo de adaptação do indivíduo ao meio: a cobra cascavel, por exemplo, faz do som de seu guizo um sinal para espantar predadores. Mas é ao falar das complexas emoções e expressões do homem que Darwin vai mais longe. Ele defende que algumas de nossas expressões são resquícios herdados de antepassados primitivos, comuns ao homem e a outros animais. Mais: Darwin sustenta que muitas de nossas expressões são inatas e não aprendidas, já que se repetem em homens das mais variadas culturas.
É nesse ponto que o livro ultrapassa em muito o projeto inicial de sustentar a teoria da evolução e inaugura o estudo dos aspectos biológicos do comportamento, uma das vertentes das neurociências. O tema não poderia ser mais atual, e o rigor empiricista de Darwin, assim como sua aguçada percepção emocional, servem de inspiração a todos os que se interessam por compreender as emoções.

04 fevereiro 2009

POR QUE A RATO É UMA LIVRARIA SUSTENTÁVEL

A Rato se orgulha de ser uma empresa que contribui para a sustentabilidade do comércio de livros no País e, por consequência, para a difusão do hábito da leitura e da literatura de alta qualidade.

Buscamos sempre oferecer um alto padrão de confiabilidade de entrega e de qualidade no atendimento a clientes, além de grande respeito a editoras e fornecedores; então o livro não se torna uma commodity; pelo menos aqui na Rato o livro é objeto apaixonante e de suma importância na educação estética do homem.

Quando nossos clientes compram em nossa livraria, eles estão prestigiando uma empresa 100% nacional, a cidade de São Paulo e o empresário que trabalha nos moldes dos livreiros mais sérios do País.

Não fomentamos a venda de best-sellers, não comercializamos vitrines e pontas de gôndola, operamos apenas com mercadorias de procedência conhecida, garantindo assim a todos nossos clientes a oferta de livros de relevância cultural e educativa, e contribuindo para que nosso País não tenha um futuro triste com a oferta de livros ditados unicamente pela supremacia do comércio e do capitalismo abusivo.

A Rato luta contra o crime do roubo de cargas de livros, contra o comércio do livro do professor, contra qualquer tipo de humilhação que as editoras e profissionais do livro sofram no mercado, e principalmente contra a banalização do livro. Há várias práticas ilegais no comércio de livros hoje em dia, por isso é importante desconfiar dos descontos exagerados.

Queridos clientes, é por tudo isso que temos muita alegria em atendê-los e compartilhar desse ideal. É também por tudo isso que a Rato passará a assinar seus e-mails com mensagens que reforçam o aspecto sustentável do mercado livreiro.

Agradecemos sua atenção e desejamos ótimas leituras nesta semana!

02 fevereiro 2009

Pocket show Ponto Final


Neste Sábado, 07 de fevereiro, 5 da tarde.

Maurício Baraças

no Projeto Música e toques literários da Rato

Ponto final é o CD de estreia de Mauricio Baraças, que reúne composições próprias dos mais diversos gêneros, desde sambas e modinhas até rock.
O músico vai se apresentar acompanhado da banda EIN SOF, e, como marca registrada da Rato, haverá leituras de Machado de Assis e Guimarães Rosa – algumas das inspirações literárias do artista.


Duração do evento: 1 hora.
Entrada gratuita

20 janeiro 2009

Vem aí o Festival Rato de Teatro


No final de Março, os clientes da Rato terão o prazer de assistir, pela primeira vez numa livraria, a um Festival de Teatro, com esquetes de autores consagrados, como Shakespeare, Molière e Aristófanes, e novos autores que vão mostrar seu talento ao público paulistano.

O evento será num final de tarde de sábado, com intervalo para bebericagem e apreciação de livros.

Este será o primeiro Pulo do Rato de 2009 - uma série de eventos que reúne Literatura e outras Artes.

Aguarde mais notícias neste blog.

12 janeiro 2009

Programação da Rato para 2009


2006 foi o ano dos Saraus.
2007 foi o ano do Território Nacional.
2008 foi o ano do Panelinha de Prata.

Agora em 2009 será a vez do Pulo do Rato!
Um salto cultural para promover a criatividade em eventos que combinam Livros com outras Artes. Aguarde.

Além dos eventos, outra grande novidade será o Site da Rato, que vai ao ar ainda no primeiro semestre.

E no meio do ano, um concurso cultural para premiar os clientes mais criativos. Prepare-se.

2009. A Rato avança muito mais irreverente, independente e cheia de novidades.

17 dezembro 2008

Natal Rato de Livraria

Desejamos a todos nossos clientes, amigos e fornecedores a receita de Carlos Drummond de Andrade para um Feliz Natal e um Belíssimo Ano Novo:

Neste Natal

“Quantas rosas se perdem
se perdemos a idéia
de rosa
Quanto azul descolore
em nosso esquecimento
de azul
Quantas horas não chegam
se negamos a hora
de esperar.”

Carlos Drummond de Andrade.


Abraços da Rato de Livraria.

12 novembro 2008

A cozinha dos faraós


HISTÓRIA DA COZINHA FARAÔNICA
A alimentação no Egito Antigo
Pierre Tallet
Ed. Senac
Culinária, história
Todo em couché, ilustrado
capa semidura
229 págs.
R$ 65,00

Já está provado por importantes pesquisas que o tão almejado equilíbrio alimentar é possível, por meio de produtos que constituem a dieta mediterrânea. E os antigos egípcios não descuidavam de sua alimentação, aspecto primeiro da vida gerador da tão necessária energia para enfrentar o ciclo de cheias e vazantes do delta do rio Nilo. As pesquisas arqueológicas conduzidas por Pierre Tallet, egiptólogo que atua na Universidade de Sorbonne, nos mostram mais - objeto de prazer sensorial, remédio para os males, meio para eternidade além-túmulo, o alimento orientava a vida daquela civilização. 'História da cozinha faraônica - a alimentação no Egito Antigo' traz ainda uma farta iconografia de papiros, pergaminhos, baixos-relevos e paredes dos túmulos, com descrições pormenorizadas dos processos de acondicionamento ou feitura dos alimentos e bebidas, flagrantes dos cuidados da vida e da morte. É uma leitura que nos transporta a essa civilização eterna, plena de aromas, cores e beleza, que tanto nos legou e com a qual muito temos a aprender.

Este livro pode ser encomendado pelo e-mail ratodelivraria@uol.com.br ou pelo fone 11 3569-7882.
Entrega gratuita deste livro no Centro Expandido de São Paulo até 24 de dezembro de 2008.

Insônia infantil


NANA, NENÊ
Como resolver o problema da insônia do seu filho
Eduard Estivill e Sylvia de Béjar
Ed. Martins Fontes
Saúde e puericultura
R$ 32,60

Cerca de 35% das crianças com menos de cinco anos sofrem de insônia, ou seja, desencadeiam uma batalha na hora de dormir e/ou acordam várias vezes durante a noite. As conseqüências são evidentes nas crianças - tornam-se irritáveis, inseguras e, com o tempo, acabam tendo problemas em suas relações com os outros, na escola e com os pais, cuja vida conjugal acaba sendo prejudicada pelo cansaço e pelo nervosismo. Este livro, ao mesmo tempo leve e rigorosamente científico, além de explicar como ensinar as crianças a dormirem bem desde o início, também revela como acabar definitivamente com o problema da insônia infantil por meio de um método simples, que funcionou em 96% dos casos em que foi aplicado.

Este livro pode ser encomendado pelo e-mail ratodelivraria@uol.com.br ou pelo fone 11 3569-7882.
Entrega gratuita deste livro no Centro Expandido de São Paulo até 24 de dezembro de 2008.

31 outubro 2008

Arte Moderna no Brasil - o olhar do colecionador - Sergio Fadel


Um livro primoroso, com prefácio de José Mindlin e edição muito bem cuidada realizada pelo Instituto Cultural Sergio Fadel.

A obra repassa a arte modena no Brasil por meio do olhar do colecionador Sergio Fadel. Toda ilustrada com quadros e esculturas do período, em bela reprodução gráfica em papel couché, a obra nos revela e enfatiza, em linguagem simples e inteligente, a importância desse movimento artístico.

Os capítulos abordam a Semana de Arte Moderna, os introdutores da arte moderna no Brasil, o núcleo bernardelli, os movimentos paulistas, os fugitivos da segunda grande guerra, os pintores ingênuos, os primitivos e os do inconsciente, a pintura abstrata, os anos 1960 e a pop art, e o ecletismo do período pós-moderno.

Este livro está disponível na Rato de Livraria.
Arte Moderna no Brasil
Sergio Fadel
Instituto Cultural Sergio Fadel
Capa dura
302 págs.
16,5 cm x 23,5 cm
R$ 58,00

Guimarães Rosa




A Rato de Livraria iniciou contagem regressiva para este evento cheio de atrações especiais.
Aguarde. Ainda este ano.

20 outubro 2008

Luiz Ruffato e David Oscar Vaz na Panelinha da Rato



Os autores Luiz Ruffato e David Oscar Vaz são os convidados especiais para a edição Machado de Assis do evento Panelinha de Prata na Rato de Livraria.

O encontro literário acontece neste sábado, dia 25, às 5 da tarde, e tem entrada gratuita.

Além da realização de um bate-papo sobre a obra de Machado de Assis, os autores também farão leituras de seus livros, incluindo o lançamento de Ruffato - O livro das impossibilidades.

16 outubro 2008

Resultado parcial do Prêmio São Paulo de Literatura

Foi com muito orgulho que a Rato de Livraria esteve representada por uma de suas sócias, Paula Fábrio, no corpo de jurados do Prêmio São Paulo de Literatura.

Veja quem são os finalistas nas categorias Estreante e Não Estreante:

AUTORES ESTREANTES:
Cecília Gianetti - Lugares que não conheço,pessoas que nunca vi
José Eduardo Baszczyn Leite - Desamores
Tatiana Salem Levy - A chave de casa
Tiago Novaes Lima - Estado vegetativo
Wesley Peres - Casa entre vértebras

AUTORES NÃO ESTREANTES:
Beatriz Bracher - Antonio
Bernardo Carvalho - O sol se põe em São Paulo
Cristovão Tezza - O filho eterno
Menalton Braff - A muralha de Adriano
Wilson Bueno - A copista de Kafka

Na próxima etapa do prêmio, um novo júri assume o comando do trabalho e vai escolher o melhor romance em cada categoria, os vencedores vão engordar suas contas com R$ 200 mil.

08 outubro 2008

MAWACA PARA CRIANÇAS


Show com lançamento do livro ‘De todos os cantos do mundo’

Autoras: Heloísa Prieto e Magda Pucci
Ilustrações de Graça Lima
O livro inclui CD com 12 canções do grupo Mawaca
Editora Cia das Letrinhas

Data do show de lançamento do livro:
12 de outubro, domingo, às 17h30
Auditório Ibirapuera - Parque do Ibirapuera
.

A Rato estará lá fazendo as vendas do lançamento!

Sobre a obra: O livro apresenta a história de doze canções que passeiam por lugares como Irlanda, Japão, México, França, Portugal, Bulgária e Brasil, abordando desde temas indígenas até canção do norte do país como ‘Eh Boi!’, tema coletado por Mário de Andrade em suas pesquisas pelo Brasil. Heloísa Prieto desenvolveu os textos baseando-se na extensa e detalhada pesquisa musical de Magda Pucci, líder do grupo Mawaca. Escritora premiada, Heloísa foi admiradora e incentivadora das viagens musicais do Mawaca desde o início das atividades do grupo.

Sobre o Mawaca: Há 13 anos o grupo Mawaca vem se enveredando pelos sons do mundo, desenvolvendo uma consistente pesquisa multicultural aplicada à performance. Essa trajetória já rendeu 5 CDs e um DVD produzidos de forma independente (distribuição Azul Music). Nesses anos, o rol de línguas das cantoras do Mawaca vem se ampliando cada vez mais. Até o presente momento, elas interpretam um repertório de quase 100 canções em 15 línguas diferentes